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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

UM PAPO SOBRE GRAVIDEZ

A gravidez não é doença. É um estado especial que traz muitas mudanças no corpo da mulher. A gestante é muito exigida física e psiquicamente ficando muito sensível a tudo que se possa imaginar.

Nessa fase, a mulher grávida tem insegurança a respeito da própria capacidade de desempenhar o papel materno e receia não exercer tão bem tantos papéis: mulher, mãe, dona de casa, trabalhadora. Ela possui labilidade emocional: sente-se plena, mas também, por vezes, incapaz. Acha-se estranha, mas deseja que todos a achem bonita.

Certas mulheres têm muitos enjôos no início da gestação. Há aquelas que enjoam até o final dela. Depende de cada organismo. E depende muito do estado psicológico da mulher.

Todos precisam colaborar com a gestação, sendo solícitos com ela e bastante compreensivos, até por um princípio maior de garantir que a sociedade se reproduza de forma saudável.

A alteração dos hormônios pode deixar a mulher muito suscetível.

Principalmente a família deve dar todo apoio à mulher grávida. Evitar falar de assuntos estressantes, levá-la ao pré-natal, conversar para diminuir sua ansiedade, compartilhar as novidades da consultas. Desejar com a gestante a vinda do bebê.

Pode parecer bobagem, mas é um bálsamo.

A sociedade também deve colaborar. As pessoas devem, mesmo estranhas à gestante, respeitar seu direitos e auxiliá-la em caso de necessidade emergente, encaminhando-a, por exemplo, a algum hospital, caso esteja sentindo dores ou outro desconforto.

O companheiro tem papel fundamental nesse momento. Com as alterações no corpo da mulher, sua cintura alargando, seus seios crescendo, muitas se sentem feias. Ela precisa de carinho e muito elogio e incentivo. Tanto o marido quanto a mulher não devem descuidar-se do papel que exercem na vida conjugal. Além disso, devem respeitar o novo papel que cada um vem a assumir com a gravidez.

Há grávidas que enjoam até do perfume do marido, o que é bastante complicado. O casal deve se ajustar conversando com sinceridade para dar seguimento a uma gravidez tranqüila sem atrapalhar a relação.

As expectativas dos avôs às vezes podem gerar ansiedade nos pais, pois inevitavelmente, em algum momento, vão desconfiar da capacidade dos pais de cumprirem bem o papel. Os avôs devem sempre manifestar confiança nos pais e dar todo incentivo. Deve haver uma boa conversa entre avôs e pais para que ajustem suas expectativas a um nível desejado. Assim evita-se estresse durante a gravidez e o pós parto.

Uma gravidez tranquila torna a chegada do bebê melhor, o que o beneficia.

As avós, que têm experiência com recém nascidos, desempenham papel importante, especialmente no pós-parto. Nos primeiros três meses de vida do bebê (que ainda se acostuma a viver fora do útero, no qual ficou quase 40 semanas), ele chora muito, sente cólicas, come de três em três horas (intervalo bastante pequeno) tem necessidade de sugar para ser confortado; é totalmente dependente. A mãe fica exausta (e os maridos sofrem).

Uma vovó experiente pode aliviar muito o cansaço da nova mamãe, confortando o bebê, dando banho, trocando fraldas, alimentando-o (se necessário).

Incluir os demais filhos no processo da gravidez e pós-parto é fundamental para não haver sentimento de rejeição e ciúmes. Valorizar a colaboração da criança, dentro de suas possibilidades, com o cuidado do novo irmão é a receita para uma convivência harmoniosa e amorosa.

Quanto mais a gestante tiver um ambiente favorável e tranquilo, mais o nascituro terá chance de ter uma boa acolhida no seio familiar e na sociedade.

Tatiana Guedes Melo

Um comentário:

  1. Oi! Tati,

    É valdirene, agora estou com mais esse blog, aproveitei para seguir o seu ok!

    Dê uma passada lá no meu para conferir.www.val-artrara.blogspot.com/

    Beijos em todos, fique com Deus.
    Val

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